Já vi mesmo que é besteira
É negócio pra amador
Pra começar, os bares estão todos lotados
O chope quente, baldeado
E os garçons de mau-humor
Levo quase meia hora
Esperando a tal da mesa
Isso quando a despesa
Não provoca discussão
Pra evitar essas comédias
É que eu fujo
Fico lá no meu pé-sujo
Onde não para vacilão
Logo na entrada
Lê-se a placa bem sumária
Aqui é um bar e não uma rodoviária
Portanto, os malas vão saindo de fininho
Meu compadre mulequinho
Vai mandando circular
O sete-um quando chega, é descoberto
Meu compadre é esperto
Já conhece pelo andar
O tira-gosto é servido com fartura
Quem mantém a compostura
Sai feliz e quer voltar
Esse post vai em Homenagem ao Rodrigo Nono dono do Blog Butecólico: http://butecolico.blogspot.com
meu camarada no final de 2008 terá a versão do meu boteco!
Um comentário:
Meu caro, Henry!
Assim, fico sem graça, malandro. Wanderley Monteiro, o autor desta letra sabe o que diz. Parece a nossa fala.
Muito obrigado pela parte que me toca ..hehe No fim do ano vamos conferir o Buteco do Henry.
Valeu mesmo , meu camarada.
Axé!
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